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Objetivo

Pesquisar modelos, metodologias, ferramentas e formatos a serem usados por professores, para produção de mídia livre de auxilio ao ensino e aprendizado, dentro do projeto guarda-chuva "você é aquilo que compartilha". Foco: Produção de Vídeo.


Ferramentas

Classificarei as ferramentas por função e nível de conhecimento exigido.

Inkscape

Gráfico — Conhecimento Razoável — é fácil, mas exige mais do usuário para chegar ao uso pleno.

Editor de imagens vetoriais voltado para o formato SVG.

Ver http://inkscapeBrasil.org

GIMP

Gráfico — Conhecimento Razoável — é fácil, mas exige mais do usuário para chegar ao uso pleno.

http://ogimp.com.br

Tux Paint

Gráfico — Conhecimento Básico — é possivel usar sem treinamento.

http://www.tuxpaint.org

Animata

Animação — Conhecimento Exigente — é preciso estudar e treinar para usar esta ferramenta.

Editor de animações em tempo real. Usa deformação parcial e relativa para tornar bitmaps maleáveis.

Ver http://animata.kibu.hu

OpenShot

Editor não linear, rico em funcionalidades, para trabalhos semi-profissionais ou trabalhos profissionais que não exijam recursos muito avançados. Tem interface que tem agradado quem já usou similares proprietários.

http://www.openshotvideo.com

FFmpeg

Vídeo — Conhecimento Avançado — exige um usuário fortemente envolvido com a informática.

http://www.ffmpeg.org

Stopmotion

Animação — Conhecimento Razoável — é fácil, mas exige mais do usuário para chegar ao uso pleno.

http://stopmotion.bjoernen.com

Sozi

Animação — Conhecimento Razoável — é fácil, mas exige mais do usuário para chegar ao uso pleno.

Na realidade é uma extensão do Inkscape que permite a criação de apresentações de uma forma não convencional, onde o apresentador passeia pelo conteúdo.

A apresentação é feita (desenhada ou montada) no Inkscape e executada no navegador, seja Firefox ou qualquer outro, exceto MSIE. (o uso de tela cheia "F11" provê a mesma experiência de visualização do conteúdo que se tem na apresentação clássica.)

http://sozi.baierouge.fr/wiki/doku.php?id=en:welcome

Audacity

Áudio — Conhecimento Exigente — é preciso estudar e treinar para usar esta ferramenta.

http://audacity.sourceforge.net

Kdenlive

Vídeo — Conhecimento Exigente — é preciso estudar e treinar para usar esta ferramenta.

http://www.kdenlive.org

Cinelera

Vídeo — Conhecimento Avançado — exige um usuário fortemente envolvido com a informática.

http://cinelerra.org

Kino

Vídeo — Conhecimento Exigente — é preciso estudar e treinar para usar esta ferramenta.

http://www.kinodv.org

Lombard

Vídeo — Conhecimento Razoável — é fácil, mas exige mais do usuário para chegar ao uso pleno.

Ainda em Alfa, mas parece promissor http://yorba.org/lombard

Sticker-Canary

Gráfico — Conhecimento Razoável — é fácil, mas exige mais do usuário para chegar ao uso pleno.

Ainda no início do desenvolvimento mas abre nosvas possibilidades http://gitorious.org/sticker-canary


Formatos livres

Classes de formatos de mídias digitais

Bitmap
formatos bitmaps representam uma imagem definindo as cores para cada pixel em uma matriz. Pixel é a menor unidade da tela do computador, celular, das tvs atuais e outros aparelhos que apresentam imagem digital. Os pixels não se relacionam com os outros a não ser pela sua posição. O conjunto de pequenos com cor e luminosidade próprios representa a imagem.

Transformações normalmente são destrutivas para imagens bitmap. Transladar uma parte da imagem dentro da mesma causará um vazio e uma perda, redimensionar para um tamanho menor causa perda de informação e para um tamanho maior pode causar perda da informação na maioria dos métodos disponíveis e valores intermediários irreais devem ser calculados para os novos pixels adicionados, a rotação em ângulos não múltiplos de 90º causam perda de informação pois todos os valores de pixels devem ser recalculados.

Vetorial
Trata-se de um formato de imagem bi-dimensional onde a imagem é composta por elementos geométricos primitivos (como elipses e retângulos) e caminhos dispostos no espaço cartesiano. Formatos vetoriais são independentes da dimensão em que são apresentados, por isso mesmo são a melhor escolha para a criação de imagens a serem reusadas livremente em obras derivadas e para impressão.

Imagens vetoriais não são destruídas por transformações como translação, redimensionamento, rotação e inclinação.

Característica transversais

Cada formato contém um sub-conjunto desta coleção de características.

Canal Alpha
provê níveis de opacidade para pixels de uma imagem bitimap ou elementos de uma ilustração vetorial.

Perda de Informação
A perda de informação em imagens e vídeos não significa (necessariamente) perda da semântica, significa perda de informação matemática pois não há informação suficiente para recalcular o estado original. A perda de informação, em geral, não é significativa o suficiente para afetar a semântica, porem em certos casos pode tornar detalhes importantes imperceptíveis ou indistinguíveis, ao ponto de modificar a idéia original da imagem ou vídeo.

Chamamos de perda de informação em imagens bitmaps, ou vídeos, a troca do valor de cor de pixels que inviabilize o retorno ao valor original por meios automatizados. Pode se dar por transformações durante a edição, pintura e outras sobreposições, ou compactação de dados durante o salvamento. Em imagens vetoriais a perda acontece quando modificamos qualquer atributo, que não seja o atributo transformação, como o preenchimento, espessura de bordas, modificação no caminho, e etc. A recuperação manual de valores originais em imagens vetoriais é, em geral, mais simples ou mais viável que em imagens bitmap, onde uma miríade de pixels devem ser redefinidos.

Compactação Não Destrutiva
Garante que os dados recuperados após a descompactação são exatamente os mesmos dados compactados. continua...


Lista de formatos indicados

SVG
Formato vetorial definido pela W3C, a mesma organização internacional que define o HTML, XML, CSS e outros formatos criados originalmente para a Web, mas não limitados a esta. SVG é um formato avançado e de fácil reúso e suportado por diversos visualizadores e editores. Como se baseia em XML, pode ser criado tanto num editor de imagens como o Inkscape, como em um simples editor de texto como o gEdit.

Criar uma imagem usando código XML e noções de matemática básica pode ser uma excelente prática didática. Veja: http://inkscapeBrasil.org/SVG e http://blip.tv/file/1411631/

Site oficial: http://www.w3.org/Graphics/SVG

PDF
Popular, vetorial, suporta múltiplas páginas e já é suportado pelos dispositivos móveis atuais com função de leitura de documentos. Seu reuso para produção de ilustrações derivadas não é tão fácil quanto o do SVG.

PNG
Ótimo formato que vem se popularizando nos últimos anos. Seu grande mérito é suportar canal alpha e compactação não destrutiva. Sua compactação é pouco eficiente em imagens com bastante variação de tom ou cor entre seus pixels, como fotografias, mas é (geralmente) mais eficiente com logotipos, desenhos lineart, cartuns, gráficos estatísticos, esquemas, etc… É uma ótima opção para a web, pois seu canal alfa permite que a ilustração se mescle a qualquer fundo, desde que seja feita para tal.

JPG
formato mais popular para guardar fotografias. Seu grande mérito é sua capacidade de compactação, frente a outros formatos não destrutivos. A compactação jpeg é destrutiva, mas, em geral, é pouco perceptível e não influencia no entendimento da imagem. Sua compactação é mais eficiente em imagens com bastante variação de tom ou cor entre seus pixels. Seu uso é mais adequado no produto final (ex: ilustração que será colocada na web) ou em coleções a serem arquivadas (ex: as fotos originais da viagem).

XCF
Formato nativo do GIMP, guarda toda informação de edição que é possível representar no canvas (área de desenho) da ferramenta, como: camadas, seleção, linhas guia, mascara, etc…


Mídias

É impossível definir todos os modelos e técnicas. Farei orientações baseadas na prática, mas a criatividade do professor deve sempre alargar os caminhos.

Vídeo

São tantas formas de produção e técnicas de edição… Sub-categorias pending.

Animação

Animação foi colocada como uma categoria a parte pela sua importância no objetivo do trabalho, mas ela herda tudo o que foi colocado em Vídeo.

Ilustrações

indicação: GIMP ou Inkscape

GIMP com GPS:

Quadrinhos

Indicação: Inkscape

Exemplo: http://nerdson.com

Infográficos

(estáticos e interativos)

Álbum de Figurinhas

Software para criar álbum de figurinhas: http://gitorious.org/sticker-canary

Origami, Aerogami, Papercraft


Memória

Uma das primeiras conversas sobre o sistema web do projeto RIP me preocupou (como a todos) e passei a pensar em possíveis novas soluções para o sistema. continua… (falar do CouchDB e sistemas distribuídos)

O teste do laptop do UCA foi decepcionante. Fiz um longo relatório negativo focando apenas na usabilidade. Ainda exitem questões importantes a serem tratadas como software proprietário no laptop.

O blog do GEC e do UCA-Bahia estão no Wordpress da UFBA, mas a configuração é questionável. ainda preciso ver isso…

Soube dos novos planos para o Tabuleiro Digital. Gostaria de me envolver… As mesas e cadeiras devem ser tripé para ficarem estáveis em qualquer lugar e basta uma máquina multi-head para cada mesa. A interface deve ser planejada para ambiente quiosque e deve apagar toda informação no temp e no diretório do usuário na sua saída.

Sobre o desenvolvimento do site do projeto RIPE.


Sugar no UCA

Como instalar o Sugar Live no Pendrive

  1. Baixe o script livecd-iso-to-disk.sh
  2. Baixe Sugar Live daqui: http://wiki.sugarlabs.org/go/Sugar_on_a_Stick/Downloads
    Lembre-se: a arquitetura do ClasmatePC é i686;
  3. Plugue seu pendrive no computador;
  4. Abra seu terminal como root;
  5. Desmonte o pendrive:
    umount /dev/sd?1 — onde sd?1 provavelmente é o sdb1.
  6. Entre no diretório onde salvou a iso e o script e execute:
    ./tools_livecd-iso-to-disk.sh --reset-mbr --overlay-size-mb 500 --home-size-mb 900 --delete-home --unencrypted-home Fedora-??-i686-Live-SoaS.iso /dev/sd?1
    onde sd?1 provavelmente é o sdb1

Pronto! Agora é só iniciar um laptop com o pendrive plugado.

Testando o Sugar do Live no laptop UCA:

  1. Plugue o pendrive criado no tópico anterior no ClasmatePC (o laptop do projeto UCA);
  2. Ligue o laptop e pressione F11 para que ele apresente as opções de boot;
  3. Provavelmente seu pendrive é a primeira opção, basta pressionar enter;
  4. Agora você está no menu de boot do Sugar Live. Deixe no padrão, apenas pressione enter;
  5. Assim que o Sugar Live inicia ele pede o seu nome;
  6. Em seguida as cores do seu avatar (clique nele para variar);
  7. Concluído! Divirta-se!

Essa interface é fortemente direcionada a execução das tarefas. Nós, acostumados as interfaces comuns (tanto do Windows quanto as várias do GNU/Linux), ao mesmo tempo que nos impressionamos positivamente com a interface do Sugar, também nos perdemos pela falta de um menu. Não existe porque ter um menu, está tudo ali. Experimente!

Fechar uma aplicação é o mesmo que concluir uma atividade. Você (ou o aluno) pode descrever o que foi feito ali, pois todas as atividades ficam registradas no histórico, assim como temos no Moodle. Essa é uma importante ferramenta de acompanhamento e avaliação.

Se perdeu? Mova o ponteiro do mouse para um dos cantos da tela e você verá as suas atividades, seus dispositivos de dados (como os pendrives), seu perfil (editável) e os "mapas".

No primeiro mapa você reconhece todos os dispositivos da rede e outros laptops com Sugar. Estes se apresentam com o avatar do usuário e podem ser convidados para atividades coletivas.

Como instalar o Sugar do Live no laptop UCA:

Rodando o Sugar no ClasmatePC, abra o terminal, torne-se root (use o botão "become root") e execute:
  1. umount /dev/sdb1   para desmontar o hd do laptop. /dev/sda é o pendrive!
  2. fdisk /dev/sdb   inicie o particionador de discos;
    Documentação: http://tldp.org/HOWTO/Partition/fdisk_partitioning.html
    1. Delete as duas partições originais. Sequência: d [enter] 1 [enter] d [enter];
    2. Crie um partição usando todo o disco. Sequência: n [enter] p [enter] 1 [enter] [enter] [enter];
    3. Salve a nova tabela de partições: Sequência: w [enter]
  3. Por garantia, reiniciei a máquina para evitar que o kernel comprometa a instalação de alguma forma, pois ele só conhecerá a nova tabela na inicialização.
  4. reboot   Após o reboot, volte ao terminal, como root.
  5. umount /dev/sdb1   desmonte o hd do laptop, para não bloquear o instalador.
  6. Execute o instalador:
    /mnt/live/LiveOS/livecd-iso-to-disk --reset-mbr --overlay-size-mb 300 --home-size-mb 175 --delete-home --unencrypted-home /dev/sda1 /dev/sdb1
    O instalador pede apenas uma confirmação no início, e faz seu trabalho de forma automática e rápida. Não durou mais que um minuto.
  7. reboot   Reinicie o laptop.
  8. Remova o pendrive assim que o Sugar completar o shutdown.
  9. boot fail

Acredito que o processo falhou por ter usado o UNetBootin para criar o pendrive, que é fonte do livecd-iso-to-disk. Devo retentar a criação do Pendrive como descrito aqui: http://wiki.sugarlabs.org/go/Downloads#GNU.2FLinux

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